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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Moleque doido

                                         
                                               (Carlos Eduardo Oliveira – 11 anos)

Menino de 12 anos saiu dirigindo um ônibus cheio de passageiros pela cidade de Maringá. Ele parecia um menino bom para sair dirigindo  desse  jeito, parecia que estava assaltando o ônibus  com as pessoas.
 De repente passou uma senhora que atravessou a rua, mas o menino estava dirigindo igual louco parecia que não estava vendo a velhinha  e atropelou  a velinha. Ele parou, olhou para velinha caída na rua e os passageiros falaram:
- O que você fez moleque ? Você é só é uma criança!
Ele fugiu e alguns passageiros foram atrás dele. Chamaram a policia que  ficou rondando, rondando  e achou o moleque  e levaram ele para prisão de menores. Chamaram os pais dele, o pai foi preso por deixar  o filho  dirigir o ônibus  e matado a velinha, a mãe dele  pagou o caixão  para velinha. Tudo ficou um tragédia.

                                                         Fim

(Produção de narrativa a partir da seguinte título de notícia:
"Menino de 12 anos, sai dirigindo ônibus cheio de passageiros pela cidade".)


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Faça o mal, receba o mal


( Allan Ferrarez – 11 anos,  Gabriel Herique – 11 anos)

      Um motorista estava dirigindo um ônibus pela cidade, quando de repente ele vê um menino parado no meio da rua. Esse motorista  para a circular e o menino dá uma pedrada bem no vidro da circular, a pedra acerta a cabeça do idoso, o idoso morre, o menino entra com uma arma e aponta para os passageiros, dizendo:
         - Aqui é ‘gta online’.
O menino pega a circular e sai dirigindo ele bate em um poste e morre na hora. Os passageiros saem ilesos.
- Não gostei dessa história mãe.

- Não era para gostar, era para você ver a moral: faça o mal, receba o mal.

(Produção de narrativa a partir da seguinte título de notícia:
"Menino de 12 anos, sai dirigindo ônibus cheio de passageiros pela cidade".)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aceitar

                                     Airton Cortez

É tão difícil nós nos auto aceitarmos. Não entendo o por quê? Não entendo como nós mesmos não conseguimos aceitar a nossa própria maneira de viver. Pode ser meio complicado essa resposta. Pode ser meio difícil de achar a explicação certa para tal tabu.
Mas seria ótimo se não nos incomodássemos com nossas escolhas, se não nos interrogássemos por tê-las feito. Seria ótimo se vivêssemos em uma sociedade sem questionamentos. Em uma sociedade em que o diferente fosse o normal. Pena que não vivemos em um lugar assim. Vivemos em uma sociedade cuja aceitação de muitas maneiras de viver se torna um absurdo. Em uma sociedade em que criticar se torna a melhor maneira de se aceitar. Vivemos em uma sociedade altamente preconceituosa e cheia de conceitos formados.
Vivemos em um mundo em que constantes transformações acontecem, mas a opinião formada de certos indivíduos é o que realmente importa. E o que para eles realmente vale a pena é ser “normal”. Mas que tipo de normalidade essas pessoas procuram? Que tipos de coisas “normais” agradam-nas? Que tipo de coisas “normais” elas querem ter? Bom o normal para nós e para mim é ser feliz independentemente da maneira em que vivemos. O normal é aceitar as pessoas do jeito que elas são independentes de suas escolhas sexuais, de sua cor, de sua origem. O normal é ser você, sem usar nenhum tipo de máscara, sem nenhum tipo de “lobo oculto”.
Estamos em constante transformação sim. Estamos em um mundo que em apenas um beijo revoluciona muita coisa. Em que um aperto de mão, pode ser o futuro de uma nação e que um abraço, pode ser considera uma briga de anos e anos.
Às vezes o melhor que temos de fazer é reavaliar nossos conceitos e apenas aceitar a maneira e/ou jeito das pessoas viverem. Pois ninguém nasceu para imitar ninguém. Nenhuma pessoa veio ao mundo para ser exatamente como Deus. Cada pessoa veio para seguir um caminho diferente, cada um com sua história diferente e com sua “missão”. Cada um de nós tem um propósito a seguir e uma maneira de viver. Nunca devemos julgar a pessoa que esta ao nosso lado, até mesmo porque, não sabemos o que esta acontecendo ou se passando na vida dela. Ou seja, não é porque você encontra uma pessoa suja e com roupas rasgadas que ela é de rua, ela simplesmente poderia estar saindo de seu trabalho. Não é porque uma pessoa que usa boné virado e shorts largo que ela é bandida, esse estilo de se vestir pode ser para ela o mais confortável de se usar. E não é porque uma pessoa gosta de outra do mesmo sexo que ela pode ser considerada um “animal”. Ou ela não pode ter sentimentos? Claro que pode e deve amar essa pessoa que a faz feliz.
Então a coisa mais simples que a sociedade tem de aprender é aceitar as coisas como elas são, independente da maneira, jeito ou modo de viver. Pois cada pessoa vive da maneira que mais a conforta. E aprenda uma coisa ser diferente é que é ser legal. Hoje ninguém mais é normal, até porque se todo mundo fosse igual, o planeta seria uma tremenda chatice. Então: Rasguem seus rótulos. Deixem de lado seus pensamentos formados. Viva novos conceitos. Adote novas maneiras de viver. E acima de tudo, ame o próximo do jeito que ele é, pois nunca saberemos quando precisaremos de sua ajuda! E seja feliz da maneira que o faz feliz.

Outubro 2012

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Fatalidade e imprudência no trânsito

                                                  Manuela S. P. Rodrigues – 13 anos

         Hoje os acidentes estão presentes no dia a dia, mesmo não os desejando. Entretanto, alguns acidentes poderiam ser evitados e cabe a cada um fazer a sua avaliação. Convém ressaltar as seguintes causas de acidentes, como exemplo o álcool, o desrespeito e a idade do condutor.
         É importante também lembrar que existe dois tipos de acidentes: o evitável e o inevitável. O primeiro tipo é o acidente em que o condutor não faz o necessário para evitá-lo, como por exemplo, a ingestão de álcool antes de dirigir. Já o segundo tipo de acidente, é o acidente em que o condutor faz de tudo para evitar, embora não consiga. É o caso de falhas no carro e má conservação da via.
         Outro fator importante é o desrespeito à lei. Essa infração da lei pode ser por velocidade excessiva, e não é preciso mais do que isso para que ocorra um acidente. No entanto, estudos foram realizados e foi observado que o risco de acidente também está relacionado com a idade do motorista, quanto mais velho, menor o risco de acidente. Logo, a maioria dos acidentes está relacionada com condutores com idade menor que 35 anos.

         Pode-se perceber então, que os acidentes na maioria das vezes é uma imprudência e não uma fatalidade. Estudos mostram que 90% dos acidentes são causados por falhas humanas e poderiam ser evitados com mudanças comportamentais, como respeito às leis de trânsito, não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, entre outras. Deve-se fazer uma reflexão e perceber se o seu comportamento evita ou pode provocar um acidente. 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Resultado da enquete

             
              Para a surpresa de alguns, a modalidade do futebol surgiu em 2500 a. C., na China e era chamado de Tsu-chu. Foi desenvolvido por Yang-Tsé, um dos guardas do imperador Huang-Ti e era disputado por soldados. A bola era o crânio de um inimigo derrotado, que, mais tarde, foi trocada por uma bola de couro. Sem deixá-la cair no chão, os jogadores tinham de passá-la entre duas balizas. Mais tarde, o tsu-chu chegou à Coréia, ao Japão e ao Vietnã. Na dinastia Tang (618-907) os postes ganharam uma rede. Perdeu espaço a partir da dinastia Ming (1368-1644).
         Após ser difundido e adaptado por diferentes países, em 1863, na Inglaterra, a Futball Association (Federação Inglesa de Futebol) unificou as regras do esporte, determinando, por exemplo, o número de participantes e o tamanho do campo. Com a expansão do Império Britânico, estudantes, missionários, marinheiros e colonos divulgaram a “invenção inglesa” e suas 17 regras pelo mundo.


         Ainda resta alguma dúvida, ou curiosidade, então confira a revista Super Interessante, edição 329, fevereiro/2014.

sábado, 10 de maio de 2014

Mal uso das palavras



Na música “Senhor do tempo”, de Charlie Brown, diz: ‘tanta gente equivocada faz mal uso da palavra’. Então eu percebi que a palavra está presente no nosso dia a dia, mas poucas pessoas sabem usá-la de forma certa. Geralmente falam, falam e falam, mas afinal não dizem nada.
Usar a palavra de forma certa é dizer coisas bonitas como Sócrates fazia. Ele usava as palavras de um jeito que fazia seus alunos terem vontade de aprender.

Na música também diz: “tem gente que reclama da vida o tempo todo”. Ele quis dizer que em vez de só reclamar devemos aproveitar a vida, buscar a felicidade. O autor agradece por ter encontrado alguém em quem se inspira, espelha, corre, vive e faz tudo na vida.

Estela S. P. Rodrigues - 12 anos

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ilustração


Feito por:  Miguel Henrique Ferreira


Feito por:  Natália Lorenzeti


Feito por:  Pedro Lucas de Melo


Feito por:  Pedro Henrique do Amaral


Feito por:  Maria Eduarda Polutre Echs


Feito por:  Rafaela Delphim da Silva



Feito por:  Samantha Veronezi de Lima

Texto: A águia e o escaravelho



Ilustração


Feito por: Haniel Adrian da Silva


Feito por:  Igor Eduardo Costa e Silva

Feito por:  Jheniffer Caroline Zacarias


Feito por:  Leonardo Calegari Alves



Feito por:  Maria Heloísa Gonçalves


Feito por:  Matheus Marques do Valle

Texto: A águia e o escaravelho



quarta-feira, 7 de maio de 2014

Ilustração


Feito por: Gabriel Henrique Rodrigues

Feito por: Giovana Carolina de Souza

Texto: A águia e o escaravelho


Ilustração

Feito por: Amanda Caroline Francoso


Feito por: Belchior Andrade



Feito por: Carla Heloisa Manini Lima


Feito por: Clara Anélia Pereira


Feito por: Emanuella Franco de Oliveira

Texto: A águia e o escaravelho

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ilustração


Feito por: Renato Alexandre Barbosa


Feito por: Thayla Cristina da Silva


Feito por: Tiago José Lima Amarante

Feito por: Vanessa Tauany Carvalho

Feito por: Vitor Hugo Veronezzi

Texto: A águia e o escaravelho




Ilustração

Feito por: Matheus Israel

Texto: A águia e o escaravelho

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Ilustração


Feito por: João Paulo dos Santos


Feito por: Lorya Paulino Batista


Feito por: Lucas Vinícius


Feito por : Lucas Venâncio

Texto: A águia e o escaravelho

terça-feira, 29 de abril de 2014

Ilustração

Feito por: Gabriel Mateus Delesportes


Feito por: Gabriel Mendes dos Santos


Feito por: Geovanna Camile Pereira


Feito por: Giovana Stefany Souza

Feito por: Gustavo Henrique de Morais

Texto: A águia e o escaravelho

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ilustração


Feito por: Alex Ferrarez de Moraes


Feito por: Aline Bernal dos Santos


Feito por: Ana Júlia da Silva Lossavaro


Feito por: Carlos Eduardo Oliveira


 Feito por: Eduarda Navis Notari

Texto: A águia e o escaravelho

domingo, 27 de abril de 2014

Ilustração

 Feito por: Rayane Basseto Zavatini


Feito por: Rian Carlos Soares

Texto: A águia e o escaravelho

Ilustração



Feito por: Renan Pontes de Amorim


Feito por: Samuel Fischer


Feito por: Juan Carlos da Silva Almeida


Feito por: Leandro Guilherme da Silva



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Ilustração



Ilustração feita por: Paula Roberta Francisco


Texto: A águia e o escaravelho

Ilustração



Ilustração feita por: Milena de Souza Gonçalves


Texto: A águia e o escaravelho