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terça-feira, 14 de abril de 2015

Dúvidas da adolescência

Por que querer
Ser o que não é?
Por que querer
Entender se pode sentir?

A adolescência é uma fase
que você pode chorar
ou até sorrir.

Amigos podem ser a
melhor coisa que você
pode ter.

Sentimentos estranhos
que venham a ocorrer.

Ligiani Cordeiro dos Reis - 13 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

A vida

A vida cheia de indecisões
caminhos diferentes
escolhas que fazem mudar nossas ações.

Dificuldades na adolescência
onde falta paciência
 e um pouco de consciência.

Sempre tentar ajudar o próximo
agir com o coração
e sempre dar a mão.

Ser um bom amigo
nunca um inimigo.

Ser sempre sincero,
mas, às vezes, 
não é bom falar o que eu quero.

Simone Campos Morais - 13 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Adolescência

Adolescência,
uma fase complicada,
mas muito importante.

Nem sempre a mais fácil,
mas sempre a estressante.

A cada momento
uma coisa nova,
expressões, sentimentos,
amizades, grandes momentos.

Maria Eduarda Polutre Echs - 13 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Amizade insegura

Tenho amigos
mas será que sei com eles são?

Sei por fora
mas e por dentro?

Será que são legais?
Será que são reais?

Estou meio insegura
será que vou tirar minha dúvida?

Clara Anélia Pereira Perar - 12 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Não sei

Estou muito confuso,
não sei se eu devo estudar,
ou se eu devo bagunçar.

Se eu ajudar em casa,
feliz minha mãe irá ficar.
Mas se eu só atrapalhar,
brava ela vai ficar.

Ela vive reclamando,
que eu não estou a ajudando.
E quando eu quero fazer algo,
tudo sai errado.

Não sei o que eu quero ser.
Psicólogo, advogado, doutor,
engenheiro, ou até um escritor.

Quando eu souber eu te aviso...

Quer saber?
Deixa para lá!
Primeiro eu tenho que estudar.

Rafaella Delfhim da Silva - 12 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Saudade de adolescente

A adolescência, a carência
Amar, brigar, sorrir, sentir...

Sinto falta de brincar como antes
Correr, pular, brincar de pega-pega sem ter vergonha
e se machucar e ser sincero demais...
Às vezes sou sério, às vezes zero o medo
E cresço e percebo que cresci.

Gabriel Henrique Hoc Cambaroto - 12 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Amigos ou inimigos

Se é amigo eu não sei
se é inimigo não sei também
só sei que às vezes me deixa na mão, outras não.

Será que é um amigo?
Será que confio?

Nada mais sei sobre esse assunto...

Gabriela Vinhoto Dias - 14 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Adolescente apaixonado

Era uma vez um adolescente apaixonado
por uma menina que 
não lhe dava bola.

Amar ou odiar?
Carência é imensa!

Insegurança ou confiança
Sentir ou pressentir

Esperar ou abandonar
Juntar ou separar?

Samuel Bruno Fischer dos Santos - 16 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Da inocência para o mundo

Adolescência para alguns,
Melhor período de todos,
Pra outros, nem tanto.

Algo quase impossível 
De se explicar pela ciência:
a adolescência!

Época de indecisão
em tudo: no coração e
na mente da gente.

Mas no fundo 
sempre soube
que a gente cresce,
amadurece, para
viver no mundo lá fora!

Igor de Oliveira da Silva - 13 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Em busca da esperança

A adolescência é
um tempo de adaptação.
Nela temos que sorrir,
amar, sentir e confiar...

Namorar
amar
perdoar

Espero que sejamos muito
sinceros porque se não
a carência será intensa!

Fabíola Barbosa de Lara - 12 anos

(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Adolescente

A adolescência
parece uma ciência
tem que ter muita paciência!

Temos que ter 
muita esperança
acreditar nos amigos
 e não ligar para os inimigos.

Nesse período
temos que sorrir
sentir e amar
a todos.

Amanda Pereira da Silva - 12 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

A inocência

Na adolescência há inocência:
Amar ou namorar?

Sempre indeciso?
Não sei o que sinto!
Parece que estou num labirinto!

Espero ter lembrança...
Porque quem dorme, dança!

Mas, talvez, ainda seja uma criança...

Nathan Carvalho Ferdinando - 12 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Mente de adolescente

Não sei quem sou
Minha mente está girando
Meu corpo está mudando.

Não sei o que faço
Ou se me desfaço
Preciso de ajuda
Muitas dúvidas.

Tomara que seja uma fase
Que tudo fique melhor
Do que era antes!

Matheus henrique Zorzan Ferrassa - 15 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Adolescência

Alguma coisa...
O que se passa?
"Ser ou não ser,
Eis a questão!"

Qualquer coisa
Cheia de carência
Coração apertado
Essa é a adolescência!

Leidiane Lima - 12 anos


(Produção de texto a partir do estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski.)

Amizade adolescente


Na adolescência falta paciência,
os problemas surgem,
parece que tudo fica menor.
Tudo dificulta e a pressão,
me causa indecisão:

Sobre o que fazer,
quando crescer?

Dá medo de perder, 
um verdadeiro amigo, que temos muito
 o que aprender!

Ana Caroline Alves - 12 anos



(Produção de texto a partir de estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski)

A vida

Sei que a vida não tá fácil pra ninguém
Alguns indo para a escola, tentando ser alguém
Outros sem oportunidade
Seguem a vida com maldade.
Aí que vem a indecisão:
"Ser ou não ser, eis a questão!"

Tenha fé que um dia você alcança
Pois a última que morre é a esperança.
Em meio a adolescência
Sempre perdem a inocência.
Aí vem a maturidade
Cheia de responsabilidade!

Adriana Beatriz Matheus Costa - 14 anos

(Produção de texto a partir de estudo dos poemas: Insegurança Máxima, de Carlos Queiroz Telles e Meus Amigos, de Paulo Leminski)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Moleque doido

                                         
                                               (Carlos Eduardo Oliveira – 11 anos)

Menino de 12 anos saiu dirigindo um ônibus cheio de passageiros pela cidade de Maringá. Ele parecia um menino bom para sair dirigindo  desse  jeito, parecia que estava assaltando o ônibus  com as pessoas.
 De repente passou uma senhora que atravessou a rua, mas o menino estava dirigindo igual louco parecia que não estava vendo a velhinha  e atropelou  a velinha. Ele parou, olhou para velinha caída na rua e os passageiros falaram:
- O que você fez moleque ? Você é só é uma criança!
Ele fugiu e alguns passageiros foram atrás dele. Chamaram a policia que  ficou rondando, rondando  e achou o moleque  e levaram ele para prisão de menores. Chamaram os pais dele, o pai foi preso por deixar  o filho  dirigir o ônibus  e matado a velinha, a mãe dele  pagou o caixão  para velinha. Tudo ficou um tragédia.

                                                         Fim

(Produção de narrativa a partir da seguinte título de notícia:
"Menino de 12 anos, sai dirigindo ônibus cheio de passageiros pela cidade".)


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Faça o mal, receba o mal


( Allan Ferrarez – 11 anos,  Gabriel Herique – 11 anos)

      Um motorista estava dirigindo um ônibus pela cidade, quando de repente ele vê um menino parado no meio da rua. Esse motorista  para a circular e o menino dá uma pedrada bem no vidro da circular, a pedra acerta a cabeça do idoso, o idoso morre, o menino entra com uma arma e aponta para os passageiros, dizendo:
         - Aqui é ‘gta online’.
O menino pega a circular e sai dirigindo ele bate em um poste e morre na hora. Os passageiros saem ilesos.
- Não gostei dessa história mãe.

- Não era para gostar, era para você ver a moral: faça o mal, receba o mal.

(Produção de narrativa a partir da seguinte título de notícia:
"Menino de 12 anos, sai dirigindo ônibus cheio de passageiros pela cidade".)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aceitar

                                     Airton Cortez

É tão difícil nós nos auto aceitarmos. Não entendo o por quê? Não entendo como nós mesmos não conseguimos aceitar a nossa própria maneira de viver. Pode ser meio complicado essa resposta. Pode ser meio difícil de achar a explicação certa para tal tabu.
Mas seria ótimo se não nos incomodássemos com nossas escolhas, se não nos interrogássemos por tê-las feito. Seria ótimo se vivêssemos em uma sociedade sem questionamentos. Em uma sociedade em que o diferente fosse o normal. Pena que não vivemos em um lugar assim. Vivemos em uma sociedade cuja aceitação de muitas maneiras de viver se torna um absurdo. Em uma sociedade em que criticar se torna a melhor maneira de se aceitar. Vivemos em uma sociedade altamente preconceituosa e cheia de conceitos formados.
Vivemos em um mundo em que constantes transformações acontecem, mas a opinião formada de certos indivíduos é o que realmente importa. E o que para eles realmente vale a pena é ser “normal”. Mas que tipo de normalidade essas pessoas procuram? Que tipos de coisas “normais” agradam-nas? Que tipo de coisas “normais” elas querem ter? Bom o normal para nós e para mim é ser feliz independentemente da maneira em que vivemos. O normal é aceitar as pessoas do jeito que elas são independentes de suas escolhas sexuais, de sua cor, de sua origem. O normal é ser você, sem usar nenhum tipo de máscara, sem nenhum tipo de “lobo oculto”.
Estamos em constante transformação sim. Estamos em um mundo que em apenas um beijo revoluciona muita coisa. Em que um aperto de mão, pode ser o futuro de uma nação e que um abraço, pode ser considera uma briga de anos e anos.
Às vezes o melhor que temos de fazer é reavaliar nossos conceitos e apenas aceitar a maneira e/ou jeito das pessoas viverem. Pois ninguém nasceu para imitar ninguém. Nenhuma pessoa veio ao mundo para ser exatamente como Deus. Cada pessoa veio para seguir um caminho diferente, cada um com sua história diferente e com sua “missão”. Cada um de nós tem um propósito a seguir e uma maneira de viver. Nunca devemos julgar a pessoa que esta ao nosso lado, até mesmo porque, não sabemos o que esta acontecendo ou se passando na vida dela. Ou seja, não é porque você encontra uma pessoa suja e com roupas rasgadas que ela é de rua, ela simplesmente poderia estar saindo de seu trabalho. Não é porque uma pessoa que usa boné virado e shorts largo que ela é bandida, esse estilo de se vestir pode ser para ela o mais confortável de se usar. E não é porque uma pessoa gosta de outra do mesmo sexo que ela pode ser considerada um “animal”. Ou ela não pode ter sentimentos? Claro que pode e deve amar essa pessoa que a faz feliz.
Então a coisa mais simples que a sociedade tem de aprender é aceitar as coisas como elas são, independente da maneira, jeito ou modo de viver. Pois cada pessoa vive da maneira que mais a conforta. E aprenda uma coisa ser diferente é que é ser legal. Hoje ninguém mais é normal, até porque se todo mundo fosse igual, o planeta seria uma tremenda chatice. Então: Rasguem seus rótulos. Deixem de lado seus pensamentos formados. Viva novos conceitos. Adote novas maneiras de viver. E acima de tudo, ame o próximo do jeito que ele é, pois nunca saberemos quando precisaremos de sua ajuda! E seja feliz da maneira que o faz feliz.

Outubro 2012

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Fatalidade e imprudência no trânsito

                                                  Manuela S. P. Rodrigues – 13 anos

         Hoje os acidentes estão presentes no dia a dia, mesmo não os desejando. Entretanto, alguns acidentes poderiam ser evitados e cabe a cada um fazer a sua avaliação. Convém ressaltar as seguintes causas de acidentes, como exemplo o álcool, o desrespeito e a idade do condutor.
         É importante também lembrar que existe dois tipos de acidentes: o evitável e o inevitável. O primeiro tipo é o acidente em que o condutor não faz o necessário para evitá-lo, como por exemplo, a ingestão de álcool antes de dirigir. Já o segundo tipo de acidente, é o acidente em que o condutor faz de tudo para evitar, embora não consiga. É o caso de falhas no carro e má conservação da via.
         Outro fator importante é o desrespeito à lei. Essa infração da lei pode ser por velocidade excessiva, e não é preciso mais do que isso para que ocorra um acidente. No entanto, estudos foram realizados e foi observado que o risco de acidente também está relacionado com a idade do motorista, quanto mais velho, menor o risco de acidente. Logo, a maioria dos acidentes está relacionada com condutores com idade menor que 35 anos.

         Pode-se perceber então, que os acidentes na maioria das vezes é uma imprudência e não uma fatalidade. Estudos mostram que 90% dos acidentes são causados por falhas humanas e poderiam ser evitados com mudanças comportamentais, como respeito às leis de trânsito, não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, entre outras. Deve-se fazer uma reflexão e perceber se o seu comportamento evita ou pode provocar um acidente.